29.6.16

Entrevista com a escritora Renata Christiny

Olá leitores! Hoje estamos trazendo uma entrevista com a escritora Renata Christiny, autora da trilogia "E se ela soubesse". A paulista é nossa mais nova parceira e é um amor de pessoa. Desejamos tudo de bom e muito sucesso à ela. Esperamos que gostem da entrevista!




Nos fale um pouco de você.

Tenho 20 anos, sou sagitariana, estudante de letras. Apaixonada por felinos, amo viajar e sou completamente fissurada por séries de TV. Adoro escrever ouvindo música, elas me inspiram. Apesar dos meus personagens serem muito românticos, eu não sou. Gosto de escrever quando estou triste, acredito que seja mais fácil tocar o leitor quando você próprio está ferido. Nunca me imaginei escritora, minha infância inteira eu era a leitora fissurada por livros de ficção, e hoje eu leio os meus próprios livros. Não tem nada mais gratificante do que me ver em meio a tantos grandes escritores. Escrevo porque amo, porque não tem prazer maior do que ouvir: “Seu livro se tornou um dos meus favoritos”, e hoje eu não me vejo de outra forma, não fui eu que dei vida aos personagens, foram os personagens que me deram a vida.

Existe algum(a) escritor(a) que te inspira?

Sem dúvidas Stephen King, principalmente seu livro “Sobre a escrita”. Este livro foi quem me motivou a continuar.

Qual a melhor coisa de ser escritor?


Poder criar suas próprias histórias. Poder se sentir acompanhada mesmo estando só. Escrever nos tira da monotonia do nosso dia a dia, você pode ser quem quiser sem restrições. Se você quiser voar você pode, ninguém vai poder cortar suas asas, a não ser que você queira.

Você encontrou dificuldades para publicar seu primeiro livro?

Sim, muitas editoras fecham as portas para escritores iniciantes. Mas graças a Deus sempre tive anjos na minha vida que não me deixaram desanimar. 

Já escreveu algum livro que não conseguiu publicar?

Não, esta é a minha primeira obra.

Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Meu foco no momento é terminar a trilogia.

Pra você, qual é o melhor gênero literário?

Amo ficção e fantasia, mas isso não me priva de ler um romance ou um drama por exemplo. Sou uma pessoa aberta para novidades.

Como se sente ao ver seus livros numa livraria, ou vendo alguém lendo?

Sabe o êxtase? É essa a sensação. Ver as pessoas postando fotos com o livro em suas redes sociais e o desespero por querer a continuação, acho que não tem sensação mais gratificante do que criar algo que tantas pessoas gostem.

No Brasil, sabemos que a leitura não é um hábito da população em geral. Quantos livros, em média, você lê por mês?

Seria impossível contar, mas ultimamente meu foco tem sido terminar minhas obras.

Como foi a escolha da capa e do título do livro?

A capa diz muito sobre o livro então queria algo que deixasse as pessoas intrigadas. Ela é fantástica. O título foi uma decisão um pouco difícil pois não podia ser algo que deixasse muito voltado para o suspense ou para o romance, então optei por um titulo que deixasse um suspense no ar.

Como você descreveria seu livro?

Diferente. Um livro com personagens marcantes e suspense do começo ao fim, cada capítulo uma novidade, você vai chorar, ter pena, rir, amar, temer e sentir ódio. E antes de tudo, você vai enlouquecer junto com ele. Se você nunca esteve em um sanatório antes, então se prepare, pois você vai conhecer um.

Qual o livro mais marcante que você leu até hoje?

Não tenho um específico, cada um me marcou de uma maneira. Acredito que a forma como um livro te toca, varia de como esta seu estado de espírito.

Como foi a criação dos personagens do seu livro? Você se inspirou em pessoas de seu convívio para criar cada personagem, personalidade e nome?

São nomes fortes e que eu gosto. Alguns costumes ou até mesmo certos diálogos eu me inspirei em pessoas as quais eu converso: amigos, namorado, família, e assim fui moldando meus personagens, a personalidade de um com a fala de outro. Inclusive as brigas. Sabe aquela velha história de que sempre pensamos em uma resposta melhor quando a briga já acabou? Então, eu acabo descontando nas falas dos personagens, haha.

De onde surgiu o desejo de ser escritor?

Por ser apaixonada por livros e sempre imaginar as histórias de outra forma. Algumas histórias me prenderam tanto no inicio e quando chegava ao meio, ela seguia outro caminho e isso acabava me deixando descontente com certa obra, e então eu pensei: Porque não criar a minha própria?

Por último, deixe um recado para os leitores do Literatura News e para os que desejam ser escritores no futuro.

Agradeço imensamente pelo carinho de todos vocês, obrigada pelo convite de poder fazer parte desse blog sensacional. E aos escritores eu digo: Não desistam, pensem no que seria dos leitores se todos os escritores pensassem em desistir? A caminhada é difícil, mas o que na vida é fácil? A sua história pode mudar a vida de alguém, o sucesso nem sempre vem de primeira, mas Deus também esta de olho naqueles que se esforçam, e para ele, nada é impossível. 

RAPIDINHAS:

Uma pessoa: Minha mãe.
Um lugar: Praia.
Um livro: O diário de Anne Frank.
Um escritor(a): Stephen King.
Um desejo: Ter meu livro como best-seller.
Eu não gosto: Mentiras.
Eu adoro: Meus leitores.
Uma frase: "O papel tem mais paciência do que as pessoas" (Anne Frank)


Esperamos que tenham gostado dessa entrevista! Para adquirir o livro você deve entrar diretamente em contato com a autora e pode fazer isso através da página no Facebook. Você pode encontrar o livro na Amazon também. O prólogo do livro está disponível para leitura no WattPad

Até a próxima! 
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